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A

Olá pessoas, começamos esse blog em 8 de Setembro de 2010 (dia mundial da fisioterapia). Ou seja, a gente mal o começou, mas a reação das pessoas tem sido fantástica e é inacreditável que já tenhamos mais de 10mil visitas. Então resolvemos fazer esse post para agradecer todo mundo que visita, visitou ou visitará o Quadrinhos Rasos, a gente fica muito feliz que vocês venham e sempre esperamos que se divirtam. O que sabemos é que nos divertimos bastante fazendo isso. E enquanto for prazeroso, nós continuaremos fazendo. Esse é um espaço de experimentação e principalmente, de entretenimento. O único motivo pelo qual não deixamos bem claro a autoria e o funcionamento do site desde o início é porque se é interessante pouco importa quem fez. Mas entendemos que é importante pelo menos nos apresentarmos, para que não haja confusão. Fiquem a vontade pra esquecer isso logo depois e continuarem só curtindo a desprofundidade dos Quadrinhos Rasos.

Os quadrinhos ímpares são feitos por Eduardo Damasceno (28), um gordo formado, sabe-se lá porque, em Produção Editorial. Depois de 5 anos de formado, trabalhando com ilustração publicitária e dando aulas de ilustração digital resolveu voltar pra faculdade e fazer artes plásticas… ele se diverte bastante às custas da arte contemporânea. Já foi câmera-man, desenhista em festa de madame, vendedor de chup-chup. Mas no final das contas gosta mesmo é disso aqui, fazer quadrinhos e rasos.

“Tudo bem, eu preciso de dinheiro, mas o que eu faço não sinto que é meu nem que é só pra mim, quero usar o desenho e a narrativa pra me divertir e divertir as pessoas. É, eu sei, mas é essa ingenuidade que me mantém esperançoso então tento sempre me manter ingênuo assim. É o tipo de ignorância que nos permite desconsiderar as impossibilidades.” Eduardo Damasceno

Os quadrinhos com números pares são feitos por Luís Felipe Garrocho (24) – outro gordo – ele é licenciado em história pela UFMG e saca essas coisas de…história. E de quadrinhos também. Então faz sentido que ele faça histórias em quadrinhos. Ele tem vontade de fazer um mestrado, mas gosta mais de ficar jogando jogos eletrônicos e lendo quadrinhos. Já passou na faculdade de artes duas vezes, mas nunca resolver realmente fazer a faculdade. Já trabalhou como editor, pesquisador, professor, secretário, arte-educador, e outras coisas que é melhor não falar. Por muito tempo publicou as tiras “Bufas Danadas”, que duas vezes saíram na série “Tiras de Letra”. Atualmente, recém formado, se diverte fazendo quadrinhos, lendo quadrinhos e conversando sobre quadrinhos; e se entristece procurando emprego.

“Eu curto quadrinhos. Um bocado. Com sorte eu consigo fazer algo que as pessoas possam curtir lendo, tanto quanto eu me divirto fazendo.”. Luís Felipe Garrocho

A gente é de Minas Gerais, com sede em Belo Horizonte mesmo. E por sede digo nossas respectivas casas.

“Belo Horizonte é inspiradora, é uma cidade sensacional e tem um número muito saudável de bares per capta. Sim, “não há lugar melhor que BH”. E sim, eu gosto muito de música sertaneja, e de Fagner e do Tim Maia e de Cumbawamba e de um tanto de outra coisa, mas os sertanejos eu gosto bastante. Coisas de quem veio do interior eu acho, de Formiga-MG pra ser mais exato.” Eduardo Damasceno

“Eu nasci em BH mesmo, e meio que fiquei basicamente aqui durante a toda a vida. Gosto dessa cidade. Tem bar, tem gente interessante, e tem a casa da vovó. Tem meus amigos, tem a minha namorada, e tem quilos de coisa para fazer – e para não fazer, caso seja isso que você queira. Quanto á música, acho que eu gosto de praticamente tudo. Tirando aquilo que eu não gosto. Mas até aí, gostar do que você não gosta é uma coisa meio difícil de fazer. Mas eu estou trabalhando nisso.”

Luís Felipe

E bem, a gente nunca pensou a fundo sobre a relação dos quadrinhos rasos com as músicas, é verdade. A gente não tem qualquer preconceito com música então achamos que seria um bom ponto de partida e um excelente desafio tentar fazer quadrinhos a partir delas. Escolhemos as músicas um para o outro, para que não tenhamos pré-concepções das histórias. Criamos algumas linhas guias (e não regras) para a execução das páginas – não podemos retratar o que as músicas querem dizer – as letras devem funcionar como um texto completamente novo. E tentamos não fazer novelas gráficas inteiras com as músicas, nos atendo a 1 página de altura variável. Nós ainda não aceitamos pedidos, principalmente pelo próprio método de um escolher a música do outro (o que gera constantes sacanagens, assim como constantes auxílios), e também por não nos vermos como capazes de definir quais músicas seriam “boas ou ruins” para desenharmos. A escolha ia acabar com a gente.

Estamos com um projeto de apresentar todo o processo de produção do quadrinhos rasos, mas calma, já escrevemos uma vez, e ver a gente falar de novo tão cedo não é bom para ninguém, por que dois prolixos juntos da quase uma bíblia. Olha só, era só pra nos apresentarmos e já escrevemos desse tanto.

Acho que é isso. Queríamos desejar um 2011 muito feliz pra todos vocês, porque vocês tem feito nossas vidas muito felizes mesmo, e nunca foi tão divertido fazer quadrinhos. Muito obrigado por tudo!

Eduardo Damasceno e Luís Felipe Garrocho

damasceno.garrocho@gmail.com

sigam a gente no twitter! ele é novo e não tem nada lá ainda: @quadrinhosrasos

P.S.: O nome original deste blog era “l1656”, nós mantemos uma competição de que, a primeira pessoa que adivinhar o que significa esse nome, poderá escolher uma música para que nós dois façamos uma página.

E até o próximo post (essa semana ainda!)

Ah, e esses somos nós!

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